2010

Daisypath Vacation Ticker

sábado, 20 de junho de 2009

Boas Férias

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quarta-feira, 3 de junho de 2009

Leitura da obra e preenchimento do guião de leitura

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A Menina do Mar




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terça-feira, 2 de junho de 2009

Feliz aniversário


Hoje o nosso João Marcelo faz anos. A turma deseja-lhe muitas felicidades.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Dia da Criança - Animarte

O nosso Dia da Criança foi festejado no Cadaval, em conjunto com todas as outras escolas do concelho.
Durante a manhã pudemos visitar os stands, sendo o nosso preferido o dos animais. Também participámos num torneio de futebol.
Depois do nosso almoço fomos visitar a Exposição da Animarte, na qual também participámos com uma maquete, um papagaio de papel e uma banda desenhada da Lengalenga do Vento. O tema era "As energias renováveis" e todas as escolas participaram com trabalhos muito bons.
Foi um dia de brincadeira, mas o que ñós mais gostámos foi das pinturas faciais que a professora de inglês nos fez.


Obrigada à professora de Inglês na preciosa ajuda na construção da maquete e obrigada à dona Alcina na construção do papagaio.




quarta-feira, 6 de maio de 2009

Magalhães

Amiguinhos, estamos muito contentes. Chegaram hoje os nossos Magalhães.
Nem queríamos acreditar quando a nossa professora viu chegar a carrinha dos CTT e nos disse que talvez trouxesse os computadores. De facto eram mesmo e já ninguém quis ficar a brincar no recreio. Entrámos todos para a sala e fomos desembrulhar os tão ansiados Magalhães.
Prometemos notícias brevemente, sobre as nossas descobertas.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Dia da Mãe - As nossas prendinhas

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Dia da Mãe - A águia e a coruja

Leiam esta história que a nossa professora nos contou e que a mãe dela também lhe contava.

A coruja encontrou a águia e rogou-lhe:
– O águia, se vires uns passarinhos muito lindos num ninho, com uns biquinhos muito bem feitos, olha lá, não os comas, que são os meus filhos.
A águia prometeu-lhe que os não comeria.
Majestosamente, agitou as suas enormes asas e foi voando, voando, até que encontrou um ninho de coruja numa árvore e comeu as corujinhas.
Quando a coruja chegou e viu que lhe tinham comigo os filhos, foi ter com a águia, muito aflita:
– O águia, tu foste-me falsa, porque prometeste que não comerias os meus filhinhos e mataste-mos todos!
– Eu encontrei umas corujas pequenas num ninho, todas depenadas, sem bico, e com os olhos tapados, e comi-as. - respondeu a ave. - Como tu me disseste que os teus filhos eram muito lindos e tinham os biquinhos bem feitos entendi que não eram esses.
– Pois eram esses mesmos. - lamentou-se a coruja.
– Pois então queixa-te de ti, que é que me enganaste com a tua cegueira.

A minha mãe e eu

Eu gosto muito da minha mãe.

O que eu sinto pela minha mãe é amor.

A minha mãe gosta de flores.

A minha mãe é a melhor mãe do mundo. Ela dá-me carinho e dá-me muito amor.

André, 2º ano



Eu gosto muito da minha mãe.

A minha mãe é amiga e adora-me.

Eu também gosto muito dela.

João M. 2º ano

A minha mãe é especial para mim.

É a melhor mãe do mundo. É minha amiga e eu gosto muito dela.

Eu fico muito feliz por estar com ela no Dia da Mãe, porque mãe há só uma.

Ruben, 2º ano

Quando a minha mãe vai trabalhar eu e os meus irmãos arrumamos a casa, lavamos a loiça e o quintal. Quando ela pede ajuda, nós ajudamos sempre. Eu gosto muito da minha mãe.

João P., 3º ano

Eu e a minha mãe temos uma relação boa. Nós divertimo-nos muito. Fazemos jogos, passeamos e às vezes divertimo-nos simplesmente trabalhando.

Às vezes ajudo a minha mãe. Apanho a roupa, dobro-a, ponho a mesa, arrumo o meu quarto, etc. utras vezes também a ouço ralhar, quando me porto mal.

A minha mãe é muito boa. Gosto muito dela.

Adoro-te mãe!

Rui, 4º ano





Eu adoro a minha mãe. Por ela eu faço tudo, às vezes até arrumo a casa e rego as flores.

Quando estou sozinha sinto muito a falta dela.

Gosto muito de ti mãe!

Kelly, 3º ano

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Dia Mundial do Livro


Desde 1995 que se comemora o Dia do Livro a 23 de Abril. A iniciativa partiu da UNESCO, mas além da celebração do prazer da leitura, é também prestada homenagem à obra de grandes escritores, Shakespeare e Cervantes, falecidos exactamente a 23 de Abril.

Por todo o mundo se demonstra um pouco do reconhecimento da importância do livro e Portugal não é excepção. Em muitos locais do país se assinala este dia, seja com a realização duma Feira do Livro, exposições, ou apenas com a intenção de assinalar este dia.

E para quem não sabe, está a decorrer a Feira do Livro na Biblioteca do Cadaval.

Apareçam por lá!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Dia Mundial da Terra

Um vídeo para ver e reflectir...

video

sexta-feira, 27 de março de 2009

Coelhinhos de Páscoa


Os nossos coelhinhos já chegaram e vieram carregados de ovinhos.

Os de chocolate eram tão bons que já os comemos.

Boa Páscoa a todos!



terça-feira, 24 de março de 2009

Cestinhas de Páscoa


Os coelhinhos de Páscoa já estão a caminho de Martim Joanes.
Será que trazem os ovos?!

Os nossos textos da Primavera

A Primavera chegou e consigo trouxe os campos cheios de flores, passarinhos a cantar, flores a desabrochar, animais no campo, árvores com flores e o Sol.
A Primavera é muito bonita. Cultivam-se os campos, as árvores vestem-se de folhas e flores, os coelhos já saem das tocas e os ursos param de hibernar.
Tudo fica mais bonito nesta estação.

Rui, 4º ano
A Primavera chegou!
Consigo e trouxe a alegria e a fantasia.
A alegria da Primavera são as flores, os pássaros e o Sol. A fantasia da Primavera são os ninhos e os passarinhos que vão nascer. Na Primavera os dias são mais alegres e maiores.
As pessoas andam com roupas mais frescas e mais coloridas.
A Primavera é a vida em festa!


Kelly, 3º ano
A Primavera chegou. Com ela vêm os pássaros a cantar. As pessoas cultivam coisas como: frutos, legumes, etc. Há muitas flores, há mais calor, há mais pássaros e animais nos campos.
Eu gosto da Primavera!
André, 2º ano

sexta-feira, 20 de março de 2009

Visita de Estudo I


Esta visita de estudo foi realizada no dia 18 de Março do ano dois mil e nove, com saída de Martim Joanes pelas 8h45m. Nesta visita de estudo participaram os alunos da escola e a professora, juntamente com os alunos e professoras da EB1 de Pêro Moniz. Quando chegámos a Lisboa, o autocarro deixou-nos na entrada do Jardim Zoológico, onde se situa o Museu das Crianças. Quando entrámos apareceu um actor vestido de “Corpo Humano” e que nos conduziu na viagem pelo atelier. Além de nos termos divertido muito, ainda recordámos, ou aprendemos no caso dos mais pequenos, muitas coisas que já tínhamos estudado na escola. Quando terminou o atelier, iniciámos a viagem para Belém.

Visita de Estudo II

Já em Belém, parámos para almoçar e repousar nos jardins. Depois, fomos ver de perto o Padrão dos Descobrimentos.
Prosseguiu-se a visita com uma agradável passagem pela casa que fabrica e vende os famosos pastéis de Belém. Que deliciosos que são!
O tempo passou a correr e tivemos de nos dirigir para o Planetário. Pelo caminho pudemos ver o Mosteiro dos Jerónimos, com o Tejo ao fundo e o CCB do outro lado.

Visita de Estudo III


Entrámos no Planetário e tudo à nossa volta se transformou. Escureceu a sala, e no “céu” vimos surgir inúmeras estrelas. Parecia mesmo de noite! Durante cerca de uma hora viajámos até outros planetas e foi-nos explicado o surgimento da vida na Terra.
Mas nem sempre vemos as estrelas no céu e foi o que também aconteceu no Planetário. No céu irromperam nuvens, relâmpagos e a chuva começou a cair…
Foi realmente fantástico!
A hora de regressar abeirou-se e após um breve lanche regressámos a casa.
Façam como nós, escolham um dia de Primavera e vão até Belém. As ofertas são muitas e a promessa de um dia bem passado está garantida.


Texto colectivo

Sol da Meia-Noite

Depois de uma semana que começou com sol, não poderíamos deixar que terminasse sem sol...
O que hoje vos propomos é que visionem este PPT e que fiquem a saber o que é o Sol da Meia Noite.

http://www.fc.up.pt/pessoas/psimeao/recursos/OSoldaMeia-Noite.pps

Parabéns!

Hoje o André faz anos. A turma deseja que seja muito feliz.

Recados para Orkut





quinta-feira, 19 de março de 2009

Dia do Pai

Pai... Paizinho... Paizão...

RECEBE UM ABRAÇO


DESTE TAMANHO

segunda-feira, 16 de março de 2009

Sol Negro da Dinamarca


Esta semana começa a tão desejada Primavera. O tempo já aqueceu e as aves começaram a chegar, para fazerem os seus ninhos. Mas enquanto no nosso país tudo acontece tranquilamente, há países em que não é assim.
Na Dinamarca existe um fenómeno natural que ocorre durante a Primavera.
Aproximadamente uma hora e meia antes do pôr-do-sol, revoadas de mais de um milhão de estorninhos europeus chegam de todos os cantos para criar formações incríveis.
Este fenómeno é chamado de Sol Negro da Dinamarca e pode ser testemunhado nas planícies deste país no início da Primavera, de Março até meados de Abril.
Os estorninhos migram do sul e passam o dia nos prados juntando comida. À noite dormem no meio das plantações, causando muitos estragos.




Fonte:Wikipédia


quinta-feira, 12 de março de 2009

Cuco II

http://www.youtube.com/watch?v=G3y93744Aug

quarta-feira, 11 de março de 2009

Dia do Pai



Hoje iniciámos a actividade do Dia do Pai. O tempo aqueceu e o sol inspirou-nos.
Papás, aguardem novidades nossas e um grande abraço.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Cuco

Era uma vez um cuco que não gostava de couves
Era uma vez um cuco que não gostava de couves
Mandou-se chamar o pau para vir bater no cuco
Mandou-se chamar o pau para vir bater no cuco
O pau não quis bater no cuco
O cuco não quis comer as couves
Ele ia sempre a dizer: couves não hei-de comer
Ele ia sempre a dizer: couves não hei-de comer
Mandou-se chamar o fogo para vir queimar o pau
Mandou-se chamar o fogo para vir queimar o pau
O fogo não quis queimar o pau
O pau não quis bater no cuco
O cuco não quis comer as couves
Ele ia sempre a dizer: couves não hei-de comer
Ele ia sempre a dizer: couves não hei-de comer
Mandou-se chamar a água para vir apagar o fogo
Mandou-se chamar a água para vir apagar o fogo
A água não quis apagar o fogo
O fogo não quis queimar o pau
O pau não quis bater no cuco
O cuco não quis comer as couves
Ele ia sempre a dizer: couves não hei-de comer
Ele ia sempre a dizer: couves não hei-de comer
Mandou-se chamar o boi para vir beber a água
Mandou-se chamar o boi para vir beber a água
O boi não quis beber a água
A água não quis apagar o fogo
O fogo não quis queimar o pau
O pau não quis bater no cuco
O cuco não quis comer as couves
Ele ia sempre a dizer: couves não hei-de comer
Ele ia sempre a dizer: couves não hei-de comer
Mandou-se chamar o homem para vir bater no boi
Mandou-se chamar o homem para vir bater no boi
O homem não quis bater no boi
O boi não quis beber a água
A água não quis apagar o fogo
O fogo não quis queimar o pau
O pau não quis bater no cuco
O cuco não quis comer as couves
Ele ia sempre a dizer: couves não hei-de comer
Ele ia sempre a dizer: couves não hei-de comer
Mandou-se chamar o polícia para vir prender o homem
Mandou-se chamar o polícia para vir prender o homem
O polícia não quis prender o homem
O homem não quis bater no boi
O boi não quis beber a água
A água não quis apagar o fogo
O fogo não quis queimar o pau
O pau não quis bater no cuco
O cuco não quis comer as couves
Ele ia sempre a dizer: couves não hei-de comer
Ele ia sempre a dizer: couves não hei-de comer
Mandou-se chamar a mota para vir atropelar o polícia
Mandou-se chamar a mota para vir atropelar o polícia
A mota já quis atropelar o polícia
O polícia já quis prender o homem
O homem já quis bater no boi
O boi já quis beber a água
A água já quis apagar o fogo
O fogo já quis queimar o pau
O pau já quis bater no cuco
O cuco já quis comer as couves
Ele ia sempre a dizer: couves já hei-de comer
Ele ia sempre a dizer: couves já hei-de comer

FIM

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Arre burro
do Cadaval
carregado de sal.

Arre burro
de Pêro Moniz
carregado de funis.

Arre burro
de Caldas da Rainha
carregado
de farinha.

Arre burro
de Lisboa
carregado
de meloa.

Trabalho colectivo

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Carnaval

Pelo Carnaval, em Fevereiro,
cantamos e rimos contentes.
No circo há magia
e nas ruas há folia.

Brincam os palhaços,

aplaude a plateia.

Chovem as serpentinas
e riem as meninas.



quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Beatriz e o Plátano


O que aprendemos com esta história?
1º Depois de termos apresentado várias hipóteses (antes de lermos o livro), ficámos finalmente a saber o que é um Plátano.
2º Aprendemos o significado da palavra "centenária".
3º Que devemos defender as coisas que realmente gostamos e que são importantes, como é o caso da Natureza.

Nós temos este livro na nossa escola e já é bem antigo. É de uma edição de 1977. Se não o tiverem, ouçam a história aqui.

http://recursoseb1.com/eraumavez/2008/02/18/beatriz-e-o-platano-ilse-losa/

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Lenços dos Namorados

Com o Dia dos Namorados a aproximar-se, quisemos recriar uma tradição antiga de Portugal. Porque não recriar a tradição dos lenços dos namorados, também conhecidos como "lenços dos pedidos"?
E assim foi. Metemos mãos à obra e vejam só como ficaram lindos.




É certo que só pintámos o desenho, mas cá estão eles para mostrar a cultura popular que, embora exista um pouco por todo o país, é na região minhota que tem maior incidência.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A "Varanda da Estremadura"

A Serra de Montejunto, com 666 m de altitude e aqui bem perto do Cadaval, é o miradouro natural mais alto da Estremadura. Quem sobe ao cume da Serra pode desfrutar da beleza desta "varanda da Estremadura". Em dias de boa visibilidade podem avistar-se locais como as Berlengas, o Sítio da Nazaré, o topo da Serra de Sintra, as Lezírias do Tejo e os "olivais" de Santarém.
A serra é também um refúgio para algumas espécies de animais e plantas (mais de 400 espécies de plantas identificadas). Quem visita a serra arrisca-se a encontrar mamíferos como o texugo, o gato bravo, a gineta ou o manguço. Pelos céus podemos observar, entre outros, o falcão peregrino, o peneireiro de dorso malhado ou o peneireiro cinzento, que já só é possível encontrar na Península Ibérica.
A nossa visita foi virtual, mas ainda assim muito prazerosa. Prometemos que um dia vamos lá a cima, vale a pena.

Pesquisa de Rui e Carla, 4º ano

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

O Macaco de rabo cortado

O Macaco do rabo cortado - António Torrado
Era uma vez um macaco mariola, que andava de bata e sacola, como se fosse para a escola. Mas não ia. Era tudo a fingir.
Os rapazes, quando o viam passar, troçavam dele e gritavam:
- Macaco escondido com o rabo de fora... Macaco escondido com o rabo de fora...
Pois era. Realmente o rabo sobrava da bata e, muito comprido e retorcido, corria atrás do macaco para onde quer que ele fosse.
Então o macaco entrou numa barbearia e pediu ao barbeiro que lhe cortasse o rabo. O barbeiro afiou a navalha e zut! – rabo para um lado, macaco para o outro.
A operação deve ter doído, mas o macaco, que tinha tanto de vaidoso como de corajoso, não se importou. E de sacola e bata, muito empertigado, veio para a rua mostrar-se nos seus novos preparos.

Estavam uns homens à conversa, numa esquina. Quando o viram passar, um deles comentou:
- Macaco sem rabo é como um burro sem orelhas. Fica mais feio e fica mais minguado. Coitado!
O macaco ouviu-o, sentiu-se e correu ao barbeiro para lhe devolvesse o rabo. Talvez ainda pudesse ser cosido ou colado...
- Olha o macaco toleirão à procura do rabo. Que queria que eu lhe fizesse? Deitei-o fora e a camioneta do lixo levou-o – disse-lhe o barbeiro.
Aí o macaco zangou-se. E quando uma pessoa ou um macaco se zanga e perde a cabeça, faz disparates. Sem mais nem menos, agarrou numa das navalhas do barbeiro e disse:
- Nesse caso, levo-lhe a navalha com que me cortou o rabo.
E abalou.

Ia ele por uma rua, quando passou perto de uma peixeira.
- Que linda navalha traz o menino na mão- disse a peixeira.- O meu carinha de anjo não me quer dar a navalhita, para eu amanhar o meu peixe?
O macaco ficou todo derretido com as falas da peixeira e, já se vê, deu-lhe a navalha.
De mãos a abanar é que sabe bem passear...
Mas, passado algum tempo, veio-lhe a vontade de chamar outra vez sua à navalha e voltou atrás, à procura da peixeira.
- Olha o macaco paspalhão a perguntar pela navalha... Fique sabendo que não prestava para nada. Mal lhe peguei, para amanhar umas sardinhas, partiu-se – disse-lhe a peixeira.
Aí o macaco zangou-se. Zangou-se e fez outro disparate. Pegou numa canastra de sardinhas e abalou, dizendo:
- Nesse caso, levo-lhe as sardinhas com que me estragou a navalha.

Estava um padeiro à porta da padaria, quando o macaco passou com a canastra de sardinhas à cabeça.
- Psst, ó cavalheiro – chamou o homem, encostado à porta da padaria. – Um senhor tão distinto com sardinhas à cabeça não parece bem. Deixe-as cá ficar comigo, que tenho onde as guardá-las.
O macaco ficou sensibilizado com estas falas do padeiro, e, já se vê, deu-lhe as sardinhas.
Pois é. De mãos a abanar é que sabe bem passear...
Mas, passado algum um tempo, veio-lhe a vontade de chamar outra vez suas às sardinhas e voltou atrás, à procura do padeiro.
- Olha o macaco trapalhão a perguntar pelas sardinhas... Comi-as em cima do pão e estavam bem gostosas, fique sabendo- disse-lhe o padeiro.
Aí o macaco zangou-se. Zangou-se e fez outro disparate. Pegou num saco de farinha e atirou-o para os ombros, dizendo:
- Nesse caso, levo-lhe um saco de farinha com que fabrica o pão para comer as sardinhas.
E fugiu.

Estava uma senhora professora à janela da escola, a ver quem passava, enquanto as alunas brincavam no recreio. Passou o macaco com o saco às costas.
- Como ele vai carregado, o pobrezinho – disse a professora.
O macaco ficou comovido com estas falas da professora e, já se vê, deu-lhe o saco de farinha.
Pois é. De mãos a abanar é que sabe bem passear...
Mas, passado algum tempo, veio-lhe a vontade de chamar outra vez seu ao saco de farinha e voltou atrás, à procura da professora.
- Olha o malcriadão do macaco a exigir o que ainda há bocado nos deu, sem que ninguém lhe pedisse. Da farinha amassámos bolos e as minhas meninas comeram-nos todos – disse a senhora professora.
Aí o macaco zangou-se. Zangou-se e fez outro disparate. Agarrou numa menina e fugiu com ela, dizendo:
- Nesse caso, levo-lhe uma menina que comeu os bolos da minha farinha.
Mas a menina, ao colo do macaco, não parava de chorar.
- Quero a minha mãe. Quero a minha mãe, dizia a menina.
O macaco condoeu-se e, já se vê, levou-a a casa da mãe, que lhe agradeceu muito o encargo. Até a menina, depois de se assoar e limpar os olhos, lhe fez uma festinha de amizade.
Pois é. De mãos a abanar é que sabe bem passear...
Mas, passado algum tempo, começou a sentir saudades da menina e voltou atrás, a saber dela.
- Querem lá ver o maganão do macaco que não pára de rondar-me a casa- disse-lhe a mãe da menina. – A minha filha está a ajudar-me a lavar a roupa, que eu estou a estender, e se ainda quer saber mais vou chamar o meu marido, que anda na horta, e já lhe trata da saúde.
Aí o macaco zangou-se. Zangou-se e fez outro disparate. Agarrou numa camisa que estava estendida e abalou com ela, dizendo:
- Nesse caso, levo-lhe uma camisa fina lavada pela menina.
Estava um velho violeiro a trabalhar à porta da oficina, quando o macaco por ele passou, a correr.
- Senhor camiseiro, ò senhor camiseiro, deixe-me ver a sua mercadoria – disse-lhe o violeiro.
O macaco passou e aproximou-se do velhote, que vestia uma camisa muito velha e esfarrapada.
- Parece de bom pano – disse o violeiro. – Só tenho pena que a minha bolsa não chegue a semelhante luxo. Afinal uma vida de trabalho não dá direito a camisa fina.
O macaco ficou impressionado com as falas do velhote e, já se vê, deu-lhe a camisa.
Pois é. De mãos a abanar é que sabe bem passear...
Mas, passado algum tempo, e como de costume, arrependeu-se e voltou atrás, à procura do violeiro.
- Olha o aldrabão do macaco que não me deixa em paz. A camisa não valia nem o trabalho de vesti-la. Era tão fina, que se rasgou toda, quando a pus. E se continua aí especado ainda lhe atiro com esta viola à cabeça – gritou-lhe o violeiro.
O macaco, isto ouvindo, arrancou a viola das mãos do velho e disse:
- Nesse caso, antes que a estrague na minha cabeça, levo-a eu inteira, que melhor me serve inteira do que partida.
E fugiu com a viola ao ombro.
- Agarra que é ladrão! – gritou o violeiro, correndo atrás dele.
O macaco trepou a uma árvore, saltou para uma varanda, subiu a um telhado e lá de cima espreitou cá para baixo.

Estava um grande ajuntamento na rua. Era o violeiro, o pai e a mãe da menina, a professora, o padeiro, a peixeira, o barbeiro e muita rapaziada. Todos apontavam para ele, cantando e troçando:
- Olha o macaco mariola
que de rabo fez navalha
da navalha fez sardinha
da sardinha fez farinha
da farinha fez menina
da menina fez camisa
da camisa fez viola
e agora deu à sola
e agora deu à sola.

O macaco no telhado repimpado pegou na viola e respondeu-lhes:
- Pois se agora dei à sola
Pois se agora vos fugi
É que a mim ninguém me enrola
E de mim ninguém se ri.
Timglintim, tinglintim.
Timglintim, timglintim.

Cá em baixo, continuava a surriada. Riam-se e cantavam para ele:
- Olha o macaco mariola,
estarola e gabarola
com pancada na cachola,
dá e tira, mata e esfola,
ora parte, ora cola,
ora mete para a sacola...
Dá a esmola, tira a esmola,
mariola, mariola
quem te meta na gaiola,
quem te meta na gaiola.

Mas o macaco no telhado respondia ao desafio:
- Não me metem na gaiola
que de mim ninguém se ri.
A tocar nesta viola,
tinglintim, tinglintim,
a dançar com castanholas
vou daqui para Madrid.
Sou macaco mariola
e rei do charivari,
porque a mim ninguém me enrola
e a tocar nesta viola
tinglintim, tinglintim
não tenham pena de mim.
Tinglintim, tinglintim
não tenham pena de mim,
tinglintim, tinglintim
não tenham pena de mim...
Foi-se embora o macaco...

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Três ratinhas

Hoje deixamos mais uma Lengalenga. Esperamos que se divirtam tanto como nós a memorizá-la.

Três ratinhas

no sofá

a beberem o seu chá.

A primeira ratinha

uma chávena bebeu.

- Já está!

A segunda ratinha

duas chávenas bebeu.

- Que bom está o chá!

A terceira ratinha

bebeu e gostou

gostou e bebeu

bebeu e gostou

gostou e bebeu.

De tanto gostar

acabou por rebentar!
Lourdes Custódio, Lengalengas no jardim-de-infância
Recolha da turma do 2º ano

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Expressões






1º e 2º ano

Expressões


segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

A neve

Foto de Lucília Monteiro

O fim-de-semana foi muito frio.
Caiu muita neve no norte do país.
Na terra da nossa professora, que é perto de Resende, caiu um nevão muito grande. Nós também queríamos que nevasse no Cadaval.
O Rui disse que ainda nevou um bocadinho no Bombarral, mas nós não vimos...
Se nevasse por cá, íamos logo fazer um boneco. Mas como não nevou, contentámo-nos com as fotografias que a professora mostrou.
E para acabar bem o dia, aprendemos uma canção muito gira sobre a neve.


Texto colectivo

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Gabriela e a espreitadela

Por vezes a curiosidade pode ser perigosa. Que o diga a Gabriela que adorava espreitar a vida dos vizinhos da sua rua. Mas um dia...



...a espiada foi ela.

"quando da última caixa de correio abriu,

da cabeça...


até aos pés,


com medo daquilo que viu,
toda ela se arrepiou
e das caixas de correio
nunca mais se aproximou..."


Será que aprendeu a lição?